Cresce a procura pela estética íntima no Brasil

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Você já ouviu falar em harmonização íntima? As cirurgias estéticas que atualmente apresentam um maior crescimento são os procedimentos íntimos para as mulheres. Vale ressaltar que não existe genitália perfeita. Cada mulher tem suas características particulares na vagina.

Com a chegada da estação mais quente do ano, as pessoas tendem a ficar com o corpo mais à mostra, e é normal querer acabar com alguma irritação já existente – o calor promove algumas irritações que vão desde o suor até às manchas, assaduras e foliculite – em locais virilha e também na região íntima.

Visando o cuidado íntimo, os tratamentos da harmonização buscam melhorar a aparência dessa região, utilizando técnicas como clareamento de virilhas, tratamento para flacidez e murchamento, assim como correção de cicatrizes inestéticas de parto cesárea.

O aumento da procura por estes procedimentos se baseiam principalmente no incômodo sentido pelas mulheres em relação aos diversos fatores que o envelhecimento traz à região intima, como o envelhecimento local (vulva), a diminuição da elasticidade, adelgaçamento e branqueamento dos pelos pubianos e escurecimento genital.

De acordo com a especialista em harmonização íntima, Vanessa Bottino, são diversas as técnicas estéticas que podem ser realizadas nessas regiões: radiofrequência, a carboxiterapia, o microagulhamento (com objetivo de melhorar a flacidez local), lipocavitação (gordura localizada) e o peeling são algumas.

Vanessa afirma que apesar das mulheres serem o gênero que mais busca pelo tratamento, a harmonização íntima também pode ser realizada em homens. “A estética íntima traz aos homens e mulheres uma oportunidade de resgatar a jovialidade da região, melhorando seu aspecto estético, resgatando a autoestima e proporcionando uma melhor qualidade de vida, inclusive da vida sexual”, diz.

Ainda de acordo com a especialista, o tratamento pode ser iniciado a partir dos 18 anos. “Lembrando que cada paciente deve ser avaliado para receber o tratamento correto em cada caso”, complementa. O tratamento é contraindicado em casos de gravidez, amamentação, infecção local ou sistêmica, doença auto imune e câncer. O preço varia de de R$200,00 a R$ 3.000,00 dependendo da técnica que será utilizada.

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